

O maior jogador da história do tênis brasileiro, Gustavo Kuerten teve o início de sua vida marcado por duas tragédias familiares. O primeiro fato refere-se a morte de seu pai, jogador amador de tênis e incentivador da educação pelo esporte, que colaborava nos campeonatos como juiz de cadeira. Quando Guga contava apenas 8 anos de idade, em 1985, teve que enfrentar a morte do pai devido a um ataque cardíaco, enquanto arbitrava uma partida entre juniores em Curitiba.
A segunda diz respeito a seu irmão caçula Guilherme Kuerten, que durante o nascimento sofreu de privação prolongada de oxigênio, causadora de dano cerebral irreversível e conseqüentes deficiências física e mental severas. Guilherme faleceu no dia 07 de Novembro de 2007, vítima de parada cardiorrespiratória. Desde cedo Guga foi estreitamente ligado à luta diária do irmão, algo que incorporou em sua carreira de tenista: em cada jogo disputado a partir de 1998, Kuerten doa duzentos dólares a instituições de caridade; além disso, todos os troféus conquistados são dados para o irmão caçula (incluindo as três réplicas em miniatura do troféu de Roland Garros).
Gustavo Kuerten começou a jogar tênis aos 6 anos, por incentivo paterno. Quando tinha 14, conheceu Larri Passos, seu técnico pelos 15 anos seguintes. Foi ele quem convenceu o jogador e sua família de que o jovem tenista tinha talento suficiente para se profissionalizar. Ambos - Kuerten e Larri - começaram a participar de torneios juniores no Brasil e no exterior. Em 1995 Kuerten tornou-se profissional.
Guga é torcedor do time de futebol Avaí Futebol Clube de Florianópolis.
A segunda diz respeito a seu irmão caçula Guilherme Kuerten, que durante o nascimento sofreu de privação prolongada de oxigênio, causadora de dano cerebral irreversível e conseqüentes deficiências física e mental severas. Guilherme faleceu no dia 07 de Novembro de 2007, vítima de parada cardiorrespiratória. Desde cedo Guga foi estreitamente ligado à luta diária do irmão, algo que incorporou em sua carreira de tenista: em cada jogo disputado a partir de 1998, Kuerten doa duzentos dólares a instituições de caridade; além disso, todos os troféus conquistados são dados para o irmão caçula (incluindo as três réplicas em miniatura do troféu de Roland Garros).
Gustavo Kuerten começou a jogar tênis aos 6 anos, por incentivo paterno. Quando tinha 14, conheceu Larri Passos, seu técnico pelos 15 anos seguintes. Foi ele quem convenceu o jogador e sua família de que o jovem tenista tinha talento suficiente para se profissionalizar. Ambos - Kuerten e Larri - começaram a participar de torneios juniores no Brasil e no exterior. Em 1995 Kuerten tornou-se profissional.
Guga é torcedor do time de futebol Avaí Futebol Clube de Florianópolis.




